Quando observamos as pirâmides do Egito, percebemos a perfeição da sua construção, com suas pedras cortadas com uma exatidão incrível.
Muitos acreditam que os E.Ts vieram aqui auxiliar com as suas ferramentas de corte a laser, com guindastes de enorme capacidade de carga e outras coisas ainda muito avançadas, mesmo para nossa época.
Bem, isso é difícil de saber, mas de uma coisa temos certeza: os Egípcios foram o primeiro povo a se ter notícia que se preocupou com a qualidade das suas construções. E para isso, criaram o primeiro padrão de medição conhecido pelo homem.
Para que todas as construções do império seguissem o mesmo padrão de medida (o que, com certeza, facilitaria muito cortar pedras em diversos lugares diferentes, sem perder a precisão), foi criado um padrão: o Cúbito.
Esse padrão de medida correspondia ao antebraço do faraó. Era cortada uma madeira com essa medida, que serviria de padrão de comparação para outros padrões que seriam espalhados pelos construtores do império.
Claro que isso trouxe um “pequeno” problema: quando o faraó morria e era substituído por outro, o padrão de medida mudava !!!!
Mas, como manter esse padrão constante para todas as construções? Fácil, cada responsável por construção do império, deveria, todo primeiro dia de Lua cheia, ir até um determinado lugar e comparar o seu padrão com o padrão imperial.
E, para garantir que ninguém deixasse de usar o padrão ou de conferir se o padrão utilizado na construção ainda era válido, o faraó determinava que, quem não conferisse o padrão dele ou cometesse algum erro na construção por esse motivo, seria condenado a morte!
Uma boa maneira de garantir a qualidade … rsrs … com certeza um pouco truculento, mas acredito que bastante eficiente para a época.
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