O rapaz da foto é o bebê da capa do albúm Nervermind do Nirvana! Putz, estou velho mesmo… me lembro que quando esse albúm saiu, a repercussão dele…. e agora até o Kurt Cobain já morreu!!!
O rapaz da foto é o bebê da capa do albúm Nervermind do Nirvana! Putz, estou velho mesmo… me lembro que quando esse albúm saiu, a repercussão dele…. e agora até o Kurt Cobain já morreu!!!
Aqui estão mais algumas músicas muito legais par vocês aproveitarem.
1. Every Breath You Take – The Police
Música do último álbum do The Police. Balada muito bonita, com o grupo tocando como nunca.
Muito romântica e com uma letra muito legal.
2. Maria – Blondie
Nem preciso falar nada. Sou fã de carteirinha da Debbie Harris. Ela pode estar mais velha do que quando comecei a ouvir as músicas do Blondie, mas não mudou nada. Fora que a música tem um ritmo ótimo.
Ela canta demais….
3. Até Quando – Gabriel, o Pensador
Olha, as músicas do Gabriel, o Pensador não são nada a minha praia. Sei que as letras são críticas sociais interessantes, mas a música não faz a minha cabeça.
Agora, “Até Quando” é diferente. Essa mistura de ritmos, o baixo suingado incrível que atravessa a música toda e esses riffs de guitarra ficaram excelentes. É uma das minhas músicas nacionais preferidas.
Ah, fora isso tem uma letra que é uma porrada na cara e que deveríamos ouvir todos os dias para ver se as coisas mudam um pouco para melhor nesse país.
4. I Feel Love – Blue Men Group
Esse grupo não é somente para ouvir no MP3. Tem que assistir aos shows (esse clip é do show How to be a Megastar).
Pegar Donna Summer, discoteca, década de 1970 e transformar nessa porrada é fantástico. Fico sempre de boca aberta quando assisto.
Fora que tem uma introdução a Crazy Train do Ozzy Osborne, em ritmo de piada. Mais uma vez, não percam a oportunidade de assistir ao show. Eles não fazem somente a propaganda da TIM, esse é um dos grupos mais criativos que já vi.
5. Road to Nowhere
A banda do senhor David Byrne é um ícone dos anos 1980. Daria para fazer uma seleção das músicas incríveis deles.
Road to Nowhere é uma obra de arte, tanto em termos de música, quanto em termos de clip (se eu não me engano, esse vídeo está no Museu de Arte Moderna de Nova York). Minha preferida, sem sombra de dúvidas.
A letra é incrível, procurem e acompanhem com atenção, afinal de contas estamos todos na estrada para lugar nenhum.
Divirtam-se
(Clique no título da notícia para ler o artigo integral, no site original)
| Sem acordo, Sindpd prevê apagão de TI | |
| As empresas de tecnologia, cada dia ganham mais dinheiro, mas compartilhar os lucros com os empregados, nem pensar.
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| 10 Principais, diferentes e engraçadas mensagens de erro da computação Fonte: IDG Now! | |
| Realmente é engraçado. O melhor é a mensagem “Erro ao tentar gerar relatório de erro” !!!!! rsrsrsrs.
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| Processador Xeon com 10 núcleos para servidores chega até junho, diz Intel Fonte: IDG Now! | |
| A notícia ainda informa que a AMD pretende lançar um processador com 16 núcleos…. isso mesmo, 16 núcleos para servidores.
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| Site de leilão de centavos vai oferecer carro zero na terça-feira (22/2) Fonte: IDG Now! | |
| O negócio é meio compicado para entender porque o lance é centavo a centavo, mas a cada centavo que você dá de lance, você pode pagar até 1 real. Malandros eles não….
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| Gastos com TI devem crescer no país, mas real forte preocupa Fonte: TI Inside |
| É sempre a mesma história. Os empresários brasileiros só pensam em ganhar dinheiro, mas ajudar o país a se desenvolver, nem pensar.
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| Governo reduz imposto sobre importações de eletrônicos para 2% Fonte: TI Inside |
| Na verdade a redução é por categoria. Precisa dar uma olhada no site da Receita Federal para ver a lista de itens e os impostos.
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| Vendas de chips WLAN dobrarão neste ano Fonte: TI Inside |
| Essa é a tendência: tudo quanto é equipamento eletro-eletrônico trocando informações e tudo sem fio.
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| Já é possível substituir o notebook pelo iPad. Saiba como. Fonte: CIO |
| Não sei não… Dê uma lida e veja se concorda comigo. Ainda acho que para uma empresa basear todo o negócio nos dados armazenados em nuvem (Internet), a segurança deve melhorar muito.
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| Quatro guerras a serem evitadas no departamento de TI Fonte: CIO |
| Artigo interessante sobre gestão da TI. Vale a pena dar uma lida.
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| O que podemos esperar do Windows 8? Um sistema realmente multiplataforma Fonte: CIO |
| Como tudo relacionado a Microsoft: é esperar para ver o que acontece realmente. Sempre é muita promessa e pouco resultado.
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Quando observamos as pirâmides do Egito, percebemos a perfeição da sua construção, com suas pedras cortadas com uma exatidão incrível.
Muitos acreditam que os E.Ts vieram aqui auxiliar com as suas ferramentas de corte a laser, com guindastes de enorme capacidade de carga e outras coisas ainda muito avançadas, mesmo para nossa época.
Bem, isso é difícil de saber, mas de uma coisa temos certeza: os Egípcios foram o primeiro povo a se ter notícia que se preocupou com a qualidade das suas construções. E para isso, criaram o primeiro padrão de medição conhecido pelo homem.
Para que todas as construções do império seguissem o mesmo padrão de medida (o que, com certeza, facilitaria muito cortar pedras em diversos lugares diferentes, sem perder a precisão), foi criado um padrão: o Cúbito.
Esse padrão de medida correspondia ao antebraço do faraó. Era cortada uma madeira com essa medida, que serviria de padrão de comparação para outros padrões que seriam espalhados pelos construtores do império.
Claro que isso trouxe um “pequeno” problema: quando o faraó morria e era substituído por outro, o padrão de medida mudava !!!!
Mas, como manter esse padrão constante para todas as construções? Fácil, cada responsável por construção do império, deveria, todo primeiro dia de Lua cheia, ir até um determinado lugar e comparar o seu padrão com o padrão imperial.
E, para garantir que ninguém deixasse de usar o padrão ou de conferir se o padrão utilizado na construção ainda era válido, o faraó determinava que, quem não conferisse o padrão dele ou cometesse algum erro na construção por esse motivo, seria condenado a morte!
Uma boa maneira de garantir a qualidade … rsrs … com certeza um pouco truculento, mas acredito que bastante eficiente para a época.
Resolvi fazer um tipo de “inventário” daquelas músicas que gosto muito de ouvir. Infelizmente, algumas delas não estão disponíveis para incorporação do YouTube (mas eu não vou desistir).
Assistam os vídeos. São coisas “meio” velhas, mas são eternas.
1. Rain – The Cult
2. This Corrosion – Sisters of Mercy
3. Wasted Years – Iron Maiden
4. Subdivisions – Rush
Esse vídeo mostra somente o que o baterista Neil Peart faz nesse música! Dê uma olhada, se delicie com a música e descubra porque alguém fez um vídeo somente do baterista… o cara é demais.
5. Hello Spaceboy – David Bowie
Espero que tenham gostado da seleção. É só começo. Me avisem o que estão achando da seleção.
Realmente Avatar é um filme que só dá para assistir em 3D. Os efeitos especiais são praticamente perfeitos, a movimentação é incrível e as imagens são lindas. Infelizmente é só isso.
Acabei de assistir na televisão (está bem, na TV também é complicado por causa do tamanho tela, mas vamos lá).
Se formos considerar o filme e não somente o espetáculo de ficar 3 horas vendo animações em 3D, efeitos especiais e outros detalhes de imagem e som, Avatar é um filme muito fraco.
Tem bastante coisas que tornam um filme ruim:
Resumo da ópera: preciso assistir Avatar em 3D para ver se tiro essa péssima impressão que ficou.
É até covardia falar de Freddie Mercury (e eu sou suspeito para falar dele), mas ele era o “cara”. Num palco, pouca gente era como ele.
Dêem uma olhada no vídeo abaixo. Ele faz até um bebê se mexer.
Com o Queen não tinha como ficar parado mesmo. Essa foi uma perda irrecuperável para o bom e velho rock-and-roll.
God Save the Queen. Thanks Freddie.
Essa é para “velhos” como eu. Uma sátira dos Muppets do videoclip de “Bohemian Rapsody” do Queen. Sensacional.
Adoro o Queen e adoro os Muppets (me diverto muito com o “Muppet Show”), não poderia dar outra: esse vídeo é nota 10.
Assistam e se divirtam também (é só clicar na imagem abaixo).
O Animal é meu personagem favorito. Para quem não conhece, Animal é o baterista “animal” da banda dos Muppets.
Esse filme que vou comentar é até covardia. Sem sombra de dúvidas: o filme de ficção cientìfica mais importante da história do cinema e um dos melhores. Estou falando, é claro, de 2001: Uma Odisséia no Espaço de Stanley Kubrick.
Um aviso importante: ESSE POST CONTÉM SPOILERS!
2001: Uma Odisséia no Espaço (2001: A Space Odissey) – 1968
Inglaterra/EUA
Diretor: Stanley Kubrick
Elenco
Keir Dullea (Dr. Dave Bowman)
Gary Lockwood (Dr. Frnak Poole)
William Sylvester (Dr. Heywood R. Floyd)
Douglas Rain (HAL 9000 – voz)
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0062622/
Sinopse:
O alvorecer da humanidade. Nossos ancestrais aprendem a usar ferramentas para caçar e se defender. Um misterioso monólito negro está presente. Salto no tempo e em 2001, o monólito reaparece na lua e uma missão é enviada a Júpiter para verificar sinais enviados da Lua para aquele planeta, aparentemente pelo monólito. Durante a missão, o computador de bordo “enlouquece” e tenta eliminar a tripulação. Depois de conseguir sobreviver, cientista entra em uma viagem para dimensões desconhecidas.
Por que gostar desse filme?
O filme 2001 – Uma Odisséia no Espaço, além de ser um clássico da ficção científica, e na minha opinião o filme mais importante desse gênero, é um dos melhores filmes, de um dos melhores diretores de todos os tempos: Stanley Kubrick. Esse filme entra fácil em qualquer lista de melhores filmes de todos os tempos, com algumas das cenas mais antológicas e conhecidas da história do cinema.
Apesar de ser um filme de ficção científica, ele foge dos clichês do gênero. Não tem perseguições de naves, chuvas de meteoritos, raios laser, etc. O ritmo do filme é lento e está mais preocupado em apresentar diversas questões interessantes do que fazer aventura.
O filme apresenta inicialmente um bando de primatas que são rechaçados por outro bando, na disputa por um pouco de água e que se esconde de predadores. Numa manhã, são surpreendidos pela presença do um misterioso monólito negro, surgido do nada.
Um dos componentes do bando descobre o uso de um osso como arma de caça e de defesa. O bando agora domina a água, afugenta o outro bando, caça animais maiores e se defende dos seus predadores.
Em uma elipse de tempo, saltamos para 2001, quando a humanidade viaja para a Lua normalmente. Por sinal, essa elipse de tempo é mostrada com uma daquelas cenas antológicas.
Um cientista está indo para Lua investigar o que foi encontrado por lá. Ao chegar, vemos que foi desenterrado um monólito como aquele dos nossos ancestrais. Descobre-se que ele envia sinais para o planeta Júpiter, então é enviada uma missão espacial para descobrir o que acontece.
Na viagem, a tripulação é mantida em animação suspensa, exceto dois astronautas (os doutores Dave Bowman e Frank Poole). Toda a nave é controlada pela última geração de computadores com inteligência artificial: o computador HAL 9000.
Durante a viagem os astronautas percebem que o computador “falhou” em um diagnóstico de defeito. Preocupados pensam em desligá-lo. O computador reage e “enlouquece”, matando todos os astronautas em hibernação e o Dr. Poole.
Ele tenta matar Bowman também, mas o cientísta consegue desligar o computador (outra cena incrível). Como a nave não tem mais como se manter, Bowman ingressa em um módulo e parte para o espaço, onde começa uma viagem, ao que parece para uma dimensão diferente da nossa.
Ao chegar ao destino, Bowman se defronta com um quarto reservado para ele, onde, após algumas passagens de tempo (ou não teria passado tempo algum ???), ele se encontra à beira da morte. Nesse momento, novamente o monólito aparece e surge uma nova criatura (que percebemos ter as feições de Bowman), o “bebê estrela” (outra cena para a história do cinema).
É novamente a aurora da humanidade, mas de uma humanidade diferente.
Obra de Arte na acepção da palavra e filme enigma. Obra aberta a múltiplas interpretações, com inúmeros símbolos e detalhes escondidos, como se fossem pistas para a compreensão do enigma.
O diretor mesmo afirmava que esse filme foi feito para não apresentar conclusões ou explicações, mas sim para que cada pessoa que o assista tenha a sua interpretação. Um filme para atingir o sub-consciente do espectador.
Um aspecto interessante a observar é que a história original (por sinal, filmada pelo diretor) era sobre a ameaça que o planeta Terra estaria sofrendo em 2001. Um cinturão de armas nucleares na órbita do planeta, tensão entre as duas grandes potências (devemos lembrar que o filme foi feito no auge da Guerra Fria), guerra iminente. No final, o homem evolui para uma forma superior de vida e salva o planeta, trazendo a paz. Após as filmagens, durante a montagem, Kubrick começou a cortar cenas (principalmente aquelas com diálogos) chegando ao resultado final que podemos ver no filme. O resultado é espetacular e confirma que o cinema é a arte da montagem.
Pode-se perceber diferentes questões levantadas pelo filme.
Despertar do Homem
Uma das questões tratadas pelo filme é a evolução da raça humana. No início é apresentada a pré-história e o salto evolutivo que acontece quando dominamos uma ferramenta, que permite aos nossos ancestrais se defenderem de outros bandos e de animais selvagens e, ao mesmo tempo, caçar animais maiores. Isso leva a uma evolução intelectual mais rápida.
Em um salto temporal, o homem agora já domina as viagens espaciais e possui tecnologia muito avançada. Na viagem para Júpiter, novamente o homem evolui para uma nova forma de vida. Algo superior, agora somos seres em nível cósmico, nos desprendemos da nossa Terra.
O filme mostra que em todos os momentos, nos quais um salto evolutivo acontece, estamos sendo acompanhados pelo misterioso monólito negro, supostamente vindo do espaço.
Seria esse monólito apenas um sentinela que aguarda o momento do salto evolutivo para mandar essa informação para algum lugar? Ou esse monólito seria o causador desse salto, aquilo que inspira, ou até mesmo gera esse salto na evolução? Seria uma representação do criador? Por que os sinais são enviados para Júpiter?
Isso fica por conta da interpretação pessoal de cada um que assistir ao filme.
Homem x Máquina
O Homem criou as ferramentas. Desde o osso usado por nossos ancestrais, ele fez com que elas evoluíssem para máquinas cada vez mais complexas e ficamos cada vez mais dependentes dessa nossa criação. No filme o controle que o computador da nave tem sobre as vidas dos tripulantes representa essa idéia da nossa dependência.
O pior é que basta olharmos para a nossa volta. O filme foi profético em 1968 !!
A evolução das máquinas acontece até o momento em que o homem teve que se confrontar com uma máquina que não aceitaria mais o controle do ser humano.
O embate ocorre na nave que ruma para Júpiter. O computador HAL 9000, a mais avançada máquina a usar a inteligência artificial “erra”. Torna-se mais humana e não aceita que seja desligada por causa desse erro.
Mais humanizada do que nunca, ela “enlouquece” mata quase todos os astronautas. Mas, em uma cena sublime tem sua memória desligada e avisa ao seu algoz que está com medo! Medo de perder a memória, em suma, medo de morrer.
Pode-se também dizer que a aproximação de Júpiter levou HAL, com sua inteligência tão avançada a perceber que estaria prestes a ocorrer o salto evolutivo do homem. Talvez o computador soubesse o motivo do monólito e estivesse tentando impedir que os humanos chegassem até o planeta. A velha idéia de que as máquinas vão, um dia, perceber que os humanos são dispensáveis para o seu propósito e que podem viver muito bem sem eles.
Mas um aspecto deve ser notado na forma como as coisas decorrem ao longo da missão. Os humanos da nave quase não demonstram emoções, são frios, calmos, praticamente nem mudam a entonação da voz, como o próprio computador. A humanidade estaria tomando o caminho contrário das máquinas. Os papéis começariam a ser invertidos e somente evoluirmos para uma forma diferente de vida, poderia nos tirar desse caminho de desumanização.
É interessante como as máquinas no filme, principalmente as naves especiais e os módulos de vôo são antropomórficos. O módulo que chega à Lua especialmente se parece com uma cabeça humana, com olhos brilhantes! O módulo da nave da missão até Júpiter que ampara o astronauta morto nos braços e o deixa para o descanso eterno no espaço.
Pode-se perceber também que a nave da missão até Júpiter (a Discovery) tem a forma de um espermatozóide pronto para fecundar o óvulo (o planeta Júpiter) e gerar a “nova raça”.
Alguma polêmica sempre faz bem
Estendendo um pouco a idéia da evolução apresentada pelo filme poderíamos entender que o filma apresenta uma forma de conciliação entre as duas correntes relacionadas à criação do homem: o Evolucionismo de Darwin e o Criacionismo da tradição Judaico-Cristã.
E o elemento conciliador seria o monólito negro. Vamos pegar do ponto onde o filme começa, pois nem me atrevo a discutir a coerência disso para a criação do universo e tudo mais.
Os primatas vêm evoluindo até o ponto onde estão preparados para o salto evolutivo, mas falta o empurrão para que isso aconteça. Então o monólito negro, que poderia ser associado a Deus, surge e dá esse empurrão, ou seja, ocorre a evolução biológica natural, como descreve Darwin, mas com o aval de Deus, que está presente para “abençoar” esse momento de evolução.
Sei que é uma teoria meio maluca e, provavelmente, nem sei se o autor pensou em algo perto disso quando fez ou montou o filme, mas acho bastante interessante, porque é coerente com o que é apresentado.
Mesmo a questão do sinal para Júpiter é coerente, pois talvez fosse necessário. Alguns textos cunhavam a frase que “Deus vive na lua de Júpiter”, quando do lançamento da continuação desse filme (“2010, O Ano que Fizemos Contato”, por sinal um filme muito inferior a esse).
Pequenos Grandes Detalhes
Não bastassem essas interpretações possíveis, e todas as outras que são formuladas desde que o filme foi lançado, Kubrick ainda colocou vários simbolismos em algumas cenas. Aí vão algumas delas:
Na foto abaixo, o sol e a lua, que para o Zoroastrismo (antiga religião persa) significava o embate entre o bem e o mal. Daí a utilização do tema Assim Falava Zaratustra no filme. Talvez uma das músicas mais conhecidas do cinema, mas que a maioria não tem idéia de qual é o seu nome.
Segundo consta, o próprio nome do computador é um enigma criado para a época. Se pegarmos a próxima letra do alfabeto, para cada letra do nome do computador HAL, teremos ... IBM. Pois na época a gigante da computação era o grande símbolo da computação para o mundo.
E se prestarmos atenção existem muitos mais.
Não bastasse a qualidade do roteiro, da direção, da fotografia, da música, etc., o cuidado técnico e científico é primoroso também: o som que não se propaga no espaço, a nave que gira para manter a gravidade, as pessoas que podem ficar em qualquer posição na nave, pois no espaço não existe “lado de cima” ou “lado de baixo”, os monitores das naves com telas planas (que só viriam a se tornar uma realidade há alguns anos atrás e o filme foi rodado em 1968!), o atraso nas transmissões de longuíssima distância, etc. Além disso a dependência crescente do homem em relação à máquina, talvez uma profecia meio sombria...
Com certeza um filme para ver e rever, pois sempre existem pequenos detalhes que não foram percebidos até o momento. E é exatamente isso que torna esse filme um dos melhores filmes de todos os tempos.
Cenas Inesquecíveis
Aqui estão apenas algumas cenas inesquecíveis desse filme, porque se fosse listar todas, a lista seria imensa:
O site abaixo é extremamente interessante. Ele apresenta uma interpretação bastante interessante sobre as questões levantadas pelo filme. É uma animação em Flash e vale a pena ser assistida (possui versão em português).
Espero ter animado àqueles que não tenham assistido ainda esse fime a assistir e àqueles que já assistiram, espero ter deixado aquele gostinho de “quero dar mais uma olhada nesse filme”. Relaxem e aproveitem o que melhor o cinema pode oferecer.
Quem já leu o livro (ou viu o filme), já sabe do que estou falando. Quem não reconhece a frase, não sabe o que está perdendo.
Estou falando do livro “O Guia do Mochileiro das Galáxias” de Douglas Adams.
Sinopse (extraído do site da própria editora):
Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, O guia do mochileiro das galáxias vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado.
Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect.
A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário.
Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da "alta cultura" e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.
Por que ler esse livro?
Simplesmente porque é um livro muito bem escrito e com uma das histórias mais inteligentes que eu já li. A sinopse pode dar a impressão de ser apenas um livro de sátira.
O problema está na palavra “apenas”! Ele não deixa pedra sobre pedra.
O livro usa aquele humor inglês característico, que não é feito para gargalhar com a piada e nos apresenta uma coleção incrível de situações nonsense, criticando acidamente a tudo e a todos sem qualquer preocupação em ofender qualquer um (inclusive aqueles religiosos fervorosos).
Claro, não é humor para todos os gostos. Não é besteirol ou uma simples coleção de piadas. É um parente muito próximo (muito próximo mesmo) do humor do grupo Monty Phyton.
Como alguns críticos comentaram, ler esse livro (e as suas continuações) é como estar em uma montanha russa no escuro. As situações mudam de uma hora para outra, sem que tivessemos qualquer pista do que ia acontecer em seguida.
Esse é um livro que se lê com enorme prazer. Queremos saber o que mais pode acontecer e não largamos o livro até acabar.
Douglas Adams, o autor, falecido em 2001 aos 49 anos, nos apresenta críticas aos costumes ingleses, aos burocratas em geral, aos poetas, àqueles que buscam desesperadamente um sentido na vida e outros. A lista é enorme.
Para isso o autor escreve de soberbamente e cria uma galeria de personagens inesquecíveis:
Que galeria de personagens hein? Somente alguém muito criativo poderia criá-los e juntá-los em uma história tão interessante.
É um livro para ler e refletir. Nada de filosofias baratas de auto-ajuda e afins. Mas reflexão inteligente e com muito bom humor.
Não percam a oportunidade de ler esse, que é considerado um dos principais livros de ficção científica já escritos.
A história do livro em si, também é muito interessante. Ele começou como uma série de rádio, na BBC de Londres. Depois se tornou uma coleção de fitas cassete, para, só então, se tornar um livro.
Alguns anos atrás também foi feito um filme baseado no livro. O fio condutor da história é o mesmo, mas com algumas situações bem diferentes do livro. Por sinal, também vale a pena assistir.
Bom, o que mais se pode esperar de um livro? Muito bem escrito, trama envolvente, reviravoltas a todo momento, uma galeria de personagens riquíssima, com um personagem mais extravagante que o outro, sátiras, críticas ácidas, seres alienígenas, naves especiais e outras coisas. Sem sombra de dúvidas um clássico que não deve ser perdido.
Esse livro, e as suas continuações, venderam mais de 15 milhões de cópias ao redor do mundo. Foi “adotado” pela geração Internet (que alguns pejorativamente chamam de “nerds”) e gerou um fanatismo incrível. Para se ter uma idéia disso, existe o Dia Internacional da Toalha por causa do livro.
Ah, e a resposta é 42 …… claro.
Não entendeu o título da postagem? Não entendeu porque 42 é a resposta?
Então leia e junte-se ao grupo daqueles que, como eu, adoram esse livro. Acho muito difícil você não gostar.
Boa leitura e, depois de ler, vá comer o bife de um boi inteiro no Restaurante no Fim do Universo e tomar uma dinamite pangaláctica.
O título dessa postagem é exatamente o lema de um site muito interessante: o Fubiz.
(clique na figura acima para ir ao site)
Esse site apresenta diariamente novidades em termos de: comerciais, videoclipes, fotografias, animações, trailers, produtos, design, curtas metragens e muito mais.
Ele é voltado para aqueles que gostam de apreciar novidades no mundo das artes visuais (e sonoras também, porque não dizer).
Vale muito a pena dar uma olhada regularmente nele. Sempre tem alguma coisa interessante.
O site está em francês, mas permite a tradução para o inglês. Cuidado apenas, que a navegação só acontece em francês, portanto, navegue até algo interessante e, se não compreender francês (como eu), traduza para o inglês.
Muito boa diversão com esse site. Visito praticamente todos os dias.
O Google está lançando um projeto muito interessante, que vale a pena colocar nos favoritos do navegador. É o Art Project.
A idéia é utilizar a tecnologia do Street View para mostrar alguns dos museus mais importantes do mundo por dentro, permitindo que você faça um passeio virtual pelo museu.
São 17 museus espalhados pelo mundo, entre eles o Metropolitan (Nova York), o Palácio de Versailles (França), o Tate (Inglaterra), o Hermitage (São Petersburgo) entre outros.
Mas, não se limita a isso e, na minha opinião, aí é que ele é extremamente interessante. São mais de 1.000 imagens de obras de arte (esculturas e pinturas) dos mais renomados artistas, em imagens de altíssima resolução.
Para ter uma idéia da qualidade do trabalho realizado pelo Google, é possível observar uma pintura até no nível de pincelada que o artista deu na tela !!! É maravilhoso.
Também é interessante observar que essa iniciativa surgiu de um programa do Google que pode ser chamado de “Programa 20%”. Nele, qualquer funcionário pode utilizar 20% do seu tempo na empresa para realizar projetos em paralelo àqueles que está desenvolvendo no momento. Esse foi um deles.
Pensando bem, acho que é por isso que o Google é uma das empresas mais valiosas do mundo.
A idéia principal é atrair amantes e curiosos sobre arte e acender aquela chama da vontade de conhecer esses museus pessoalmente. Uma idéia prá lá de interessante mesmo.
O endereço é: http://www.googleartproject.com/
Aproveitem a oportunidade de apreciar maravilhosas obras de arte, de uma forma, o mais próximo possível, de estar no próprio museu. Até porque não é fácil visitar todos esses países do mundo!